domingo, 20 de julho de 2014

Inteligência Emocional


É com o coração que se vê corretamente, o essencial é invisível aos olhos.”

Antoine De Saint-Exupéry, O Principezinho








A herança genética dota a pessoa de uma inteligência habitualmente designada e “medida” através do QI (Quociente de Inteligência ou Intelectual) e que é, por si só, uma lotaria à nascença.

A Inteligência Emocional envolve o Quociente de Inteligência como se de uma membrana exterior se tratasse, na medida em que os resultados, os sucessos e os insucessos alcançados dependem do seu coeficiente de inteligência emocional. Isto explica porque pessoas com um QI baixo são muitas vezes melhor sucedidas nas relações, na vida profissional, social, etc.

Assim, a Inteligência Emocional é a capacidade que a pessoa tem de identificar e gerir os seus próprios sentimentos e emoções (assim como os das outras pessoas), de se motivar e gerir as suas relações, usando essa informação como meio para otimizar esse processo de auto-gestão. Reúne também competências ao nível da capacidade de controlar os impulsos, de regular o próprio estado de espírito e impedir que o desânimo iniba a capacidade de pensar e ainda de sentir empatia ou esperança.

Como se desenvolvem estas competências?

Em primeiro lugar é importante conhecer-se a si mesmo e depois definir o plano de desenvolvimento no âmbito de competências como a auto-estima, o auto-controlo, a empatia, a auto-motivação (a iniciar pelo quadro de referência de valores individuais), a auto-perceção e as práticas sociais. Aprender diariamente com a experiência e integrar na vida essa aprendizagem contínua, é o caminho de elevação da inteligência emocional.



Bibliografia
"Inteligência emocional" de Daniel Goleman, 1998 


Autora
Armanda Martins, formadora e voluntária da nossa associação.


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