“É com o coração que se vê corretamente, o essencial é invisível aos olhos.”
Antoine De Saint-Exupéry, O Principezinho
A herança genética dota a pessoa
de uma inteligência habitualmente designada e “medida” através do QI (Quociente
de Inteligência ou Intelectual) e que é, por si só, uma lotaria à nascença.
A Inteligência Emocional envolve
o Quociente de Inteligência como se de uma membrana exterior se tratasse, na
medida em que os resultados, os sucessos e os insucessos alcançados dependem do
seu coeficiente de inteligência emocional. Isto explica porque pessoas com um QI
baixo são muitas vezes melhor sucedidas nas relações, na vida profissional,
social, etc.
Assim, a Inteligência Emocional é
a capacidade que a pessoa tem de identificar e gerir os seus próprios
sentimentos e emoções (assim como os das outras pessoas), de se motivar e gerir
as suas relações, usando essa informação como meio para otimizar esse processo
de auto-gestão. Reúne também competências ao nível da capacidade de controlar
os impulsos, de regular o próprio estado de espírito e impedir que o desânimo iniba
a capacidade de pensar e ainda de sentir empatia ou esperança.
Como se desenvolvem estas
competências?
Em primeiro lugar é importante
conhecer-se a si mesmo e depois definir o plano de desenvolvimento no âmbito de
competências como a auto-estima, o
auto-controlo, a empatia, a auto-motivação (a iniciar pelo quadro de referência
de valores individuais), a auto-perceção e as práticas sociais. Aprender
diariamente com a experiência e integrar na vida essa aprendizagem contínua, é
o caminho de elevação da inteligência emocional.
Bibliografia
"Inteligência emocional" de Daniel Goleman, 1998
Autora
Armanda Martins, formadora e voluntária da nossa associação.
"Inteligência emocional" de Daniel Goleman, 1998
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