"Pouco importam as notas na música,
o que conta são as sensações produzidas por elas."
o que conta são as sensações produzidas por elas."
(Leonid Pervomaisky)

Foi no período da Segunda Guerra Mundial que se iniciaram os primeiros estudos científicos sobre os efeitos terapêuticos da música, verificaram que os feridos de guerra recuperavam mais rapidamente e com menos dor, quando expostos a estímulos musicais. Desde então os estudos foram avançando na área da musicoterapia até se transformar numa profissão de grau académico.
Mas, então, o que é a Musicoterapia?
Segundo a Federação Mundial de Musicoterapia é a “utilização da música e/ou dos seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) por um musicoterapeuta qualificado, num processo destinado a facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão, a organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de dar resposta às necessidades físicas, mentais, sociais e cognitivas de um indivíduo ou grupo.
A Musicoterapia procura desenvolver e/ou restaurar potenciais funções do indivíduo para que este alcance uma melhor organização intra e/ou interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, através da prevenção, reabilitação ou tratamento”.
A Musicoterapia procura desenvolver e/ou restaurar potenciais funções do indivíduo para que este alcance uma melhor organização intra e/ou interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, através da prevenção, reabilitação ou tratamento”.
Quem pode beneficiar com a Musicoterapia?
A musicoterapia pode ser implementada em diversos contextos e tem efeitos positivos com os mais variados públicos, desde crianças a idosos. Por exemplo:
- Deficiências de desenvolvimento, aprendizagem e/ou restrição física;
- Doença de Alzheimer e outras condições relacionadas com o envelhecimento;
- Problemas com o abuso de substâncias;
- Lesões cerebrais;
- Dor aguda e crónica;
- Patologias psiquiátricas.
Quantas vezes já ouvimos “a música faz bem à alma e alegra o coração”? Não é apenas senso comum, é um dado científico. A música faz mesmo bem à saúde!
Já ouviu música hoje?
Sónia Costa, psicóloga e voluntária da nossa associação.
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